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Caminho da Fé e Rota da Luz: o que saber antes de peregrinar até Aparecida

Aline Icassati 12 de setembro de 2026 Aparecida, Cachoeira Paulista, Canas, Guaratinguetá, Lorena, Potim, Roseira 1 visualizações 2 min de leitura
Peregrinos caminhando por trilha rumo a Aparecida, imagem meramente ilustrativa

Chegar a Aparecida a pé é escolha de milhares de romeiros todo ano. As duas rotas mais usadas têm perfis e distâncias bem diferentes, e conhecer isso antes de sair de casa faz diferença.

As duas rotas

A Rota da Luz tem cerca de 195 km, e o Caminho da Fé, cerca de 300 km. Ambas têm como destino o Santuário Nacional de Aparecida. A diferença de mais de cem quilômetros significa, na prática, vários dias a mais de caminhada e um nível distinto de preparo físico e de planejamento de pernoite.

Quantos vão a pé

Aproximadamente 36 mil romeiros percorreram a pé trechos da Via Dutra e da Rota da Luz durante a operação de segurança de 2025. A operação de 2026 vai de 2 de setembro a 29 de novembro, com pico em 12 de outubro.

O risco real

Caminhar no acostamento de uma rodovia federal expõe o romeiro a risco de atropelamento. É por isso que a operação inclui policiamento rodoviário específico no trecho valeparaibano da Dutra. Roupas claras ou refletivas, caminhada em fila indiana pelo lado correto e atenção redobrada em trechos sem acostamento largo reduzem bastante esse risco.

Tendas de apoio instaladas ao longo das rotas oferecem água, banheiros e orientações de segurança aos peregrinos durante o período da operação.

Os três polos

A estrutura atende Aparecida, com o Santuário Nacional; Guaratinguetá, com o Santuário Frei Galvão; e Cachoeira Paulista, com a Canção Nova. A operação é coordenada pelo Comando de Policiamento do Interior 1.

Preparo

Calçado já amaciado, meias adequadas, protetor solar, hidratação constante e mochila leve são o básico. Bolhas e desidratação respondem pela maior parte das desistências. Caminhar em grupo e avisar alguém sobre o trajeto e os pontos de parada é prática recomendada.

Quando ir

Quem quer evitar o pico deve considerar as semanas anteriores ou posteriores ao feriado de 12 de outubro, quando a estrutura ainda funciona e o fluxo é menor.

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Aline Icassati

Conteúdo produzido e revisado pela redação do RMVale.

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