Gestora das UPAs de Taubaté cobra R$ 2,79 milhões e alerta para risco no atendimento
A organização que administra duas Unidades de Pronto Atendimento de Taubaté afirma ter R$ 2,793 milhões a receber da prefeitura e alerta para risco de impacto no atendimento. A informação foi divulgada pelo Grupo Chavantes, responsável pelas UPAs San Marino e Santa Helena.
Os valores em discussão
Segundo a gestora, o município informou não ter condições de efetuar o repasse referente a dezembro, estimado em cerca de R$ 4,17 milhões. O contrato prevê repasses mensais de aproximadamente R$ 2,299 milhões para a UPA San Marino e R$ 1,871 milhão para a Santa Helena.
O que isso significa na prática
Organizações sociais que operam unidades de saúde dependem dos repasses mensais para folha de pagamento, insumos, medicamentos e contratos de apoio. Atrasos prolongados costumam afetar primeiro a reposição de materiais e a escala de plantonistas.
A prefeitura e as demais unidades
A prefeitura não havia se manifestado sobre a cobrança até a publicação original da informação. A SPDM, organização que administra o Hospital Municipal Universitário de Taubaté, informou que não há atraso nos repasses destinados à unidade.
O contexto orçamentário
A discussão acontece no mesmo período em que a Câmara analisa a peça orçamentária de 2027, que prevê R$ 2,098 bilhões para a administração direta do município, e em que o Legislativo rejeitou as contas de 2022 da gestão anterior, com apontamento do Tribunal de Contas sobre déficit de R$ 125 milhões naquele exercício.
Conteúdo produzido e revisado pela redação do RMVale.
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