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Ônibus intermunicipal no Vale: como ficaram as tarifas em 2026

Aline Icassati 12 de setembro de 2026 Aparecida, Caçapava, Caraguatatuba, Cruzeiro, Guaratinguetá, Jacareí, Lorena, Pindamonhangaba, São José dos Campos, São Sebastião, Taubaté, Tremembé, Ubatuba 445 visualizações 2 min de leitura
Passageiro embarcando em ônibus intermunicipal, imagem meramente ilustrativa

As tarifas do transporte metropolitano do Vale do Paraíba e Litoral Norte foram reajustadas em 6 de janeiro de 2026, com aumento médio de 3,85% aplicado aos sistemas metropolitanos.

As faixas de preço

Nas linhas comuns, as tarifas variam de R$ 4,55 a R$ 15,00. Nas linhas comuns do litoral, de R$ 4,80 a R$ 16,25. Já nas linhas seletivas, os valores vão de R$ 8,15 a R$ 60,25, e nas seletivas do litoral, de R$ 10,25 a R$ 71,85.

Por que a variação é tão grande

O valor depende de dois fatores: a extensão do percurso e o tipo de linha. Linhas comuns fazem mais paradas e atendem deslocamento cotidiano entre cidades vizinhas. Linhas seletivas oferecem menos paradas e maior conforto, com preço proporcionalmente mais alto — daí a diferença entre uma passagem de pouco mais de quatro reais e outra que passa de setenta.

O Vale do Paraíba tem um dos maiores fluxos pendulares do interior paulista: milhares de trabalhadores cruzam diariamente os limites entre São José dos Campos, Jacareí, Taubaté e Caçapava.

Quem regula

A regulação do sistema metropolitano paulista está a cargo da Artesp. É a agência que autoriza reajustes, fiscaliza as concessionárias e recebe reclamações de usuários sobre atraso, lotação e condições dos veículos.

Onde consultar sua linha

Como as tarifas variam por percurso, a consulta precisa ser feita linha a linha, nos canais da operadora que atende o trecho ou nos guichês dos terminais rodoviários.

O peso no orçamento

Para quem faz o trajeto diariamente, a conta mensal pesa. Vale verificar junto ao empregador o desconto de vale-transporte, limitado por lei a 6% do salário básico do trabalhador — o que exceder esse percentual é custeado pela empresa.

Reclamações

Problemas recorrentes de operação podem ser registrados nos canais de ouvidoria da agência reguladora.

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Aline Icassati

Conteúdo produzido e revisado pela redação do RMVale.

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